Marduk – Those of the unlight – 1993

Darkness Breeds Immortality - Com um título forte, a musica começa já com a velocidade a toda.
variações se jutam ao vocal, com paradas ríspidas, seguindo para um riff mais lento com variações com arranjos malvados muito bem elaborados.
Os vocais trazem o ar sombrio e macabro necessário. Uma parada para uma chamada da guitarra e a banda retorna com um riff rapido e logo embarca em um segundo clima.
Paradas secas seguidas de vocais desesperados, chegando ao final com o variações de riffs anteriores desaguando em um dedilhado.
Those of the Unlight – Uma pancada seca com uma chamada rápida na guitarra traz a banda a tona com um urro vocal.
Levando a banda para um riff veloz, chegando á uma parada onde o baixo faz a chamada da próxima parte da musica. Linhs de guitarra melódicas seguem até a bateria quebrar tudo e retornar ao riff melódico e repetindo a variação novamente.
Uma parada brusca quebra o clima e redireciona a musica para um riff em escala, logo em seguida redirecionando o som para uma seção mais lenta seguida de largadas de guitarra, com arranjos e acompanhamentos na bateria, grunidos e uma melodia macabra começa a inspirar a banda que vai retomando o pique a cada repetição do riff.
Um clima com teclado de fundo, retoma a banda em velocidade total, vocais rasgados de primeira e param no seco. Muito interessante.
Wolves - Uma música classica da banda, comum clima muito interessante já de inicio. Definitivamente funebre. Uma seção acelerada e o ritmo funebre e hipnotizante retorna.
Em seguida um riff que lembra “Candlemass” com um solo inspirado. Arranjos perfeitos na bateria. Em seguida a banda aproveita o clima para fazer um arranjo entre guitarra e baixo desencadeando em uma chamada de guitarra que leva a musica para um clima diferente com uma pegada nova, vocais com efeitos transpassam e a musica toma novamente um rumo mais arrastado e hipnotizante.
Uma retomada com velocidade encaminha musica para seu desfecho com vocais ecuando ao infinito.
On darkened Wings - Clima maligno e um riff poderoso abre esta faixa com vocais firmes sendo vociferados verozmente. Uma parada brusca, e mais um riff animalesco inicia, em seguida se mesclando com uma variação com finalização mais aguda. Um aprada para o baixo com um efeito de teclado no fundo trazendo um clima sombrio para a musica, em seguida a bateria dobra os bumbos, aumentando a intensidade do riff desencadeando em uma parada brusca.
Um novo riff inicia na guitarra, onde a banda logo se junta e um solo agudo cheio de notas inicia.
A banda para, e notas graves no baixo marcam o compasso a seguir, a banda acompanha o compasso arrastado retornando para a melodia do baixo, mas desta vez, a banda retorna com basteria redrobrada e vocais rasgados infernais se encaminhando ao fim.
Burn My Coffin – Marduk já entra rasgando nesta música, com uma pegada “um por um” violenta que aumenta de velocidade logo em seguida.
a seguir vocais rasgados levam a uma parada rispida! A velocidade do um por um retornam, e logo se transformam em uma base melodiosa com vocais rasgados acomapnhando.
Decrescendo para um riff mais grave, e acentuando o peso arrastado. Vocais extremamente agudos marcam o fim deste segmento da musica.
Vocais rasgados e um riff veloz retomam seguidos de um solo de guitarra elaborado com várias bands e cordas sendo soltas. Um guitarra chama a segunda parte da musica, com notas graves marcando sua entrada.
Arrastado e melodramático o vocal segue em meio a um riff com varios arranjos e fraseados no baixo até chegar ao fim em fade out da musica.
A Sculpture of the night – Esta musica já inicia com vocais e a bateria rasgando no “um por um” velozmente, onde a guitarra executa seus riffs de forma extridente.
Uma parada brusca e a banda toma outro rumo, para parar logo em seguida, dando espaço para um novo riff mais elaborado.
Uma chamada de baixo traz um riff mais intenso que varia de tonalidade, e com arranjos diferencias para seu final seguindo para um riff bastante criativo com muitas variações, muito massa.
Echoes from the Past – Com som de agua vazando, um teclado e guitarra limpa abrem a faixa em uma mono simfonia, pratos de bateria apenas soam, a melodia evolui lentamenta até atingir uma entonação mais grave.A sequencia musical do teclado e as melodias tristes trazem uma mudança totalmente inesperada no album.
depois de um bom tempo com teclados e guitarras limpas, a melodia evolui para o conjunto todo se unindo , com guitaras distoricidas e bateria bem marcada com rolos e arranjos, guitarras com varios fraseados ea melodia vai evoluindo de uma forma lenta e cativante.
Com notas crescentes, a musica chega ao seu fim no auge.
Stone Stands Its Silent Vigil- Esta musica parece ser uma continuidade da anterior em termos de clima, parece que existe um processo evolutivo musical ocorrendo, onde a banda vai pegando mais folego e mais peso.
Vocais rasgados trazem de volta o peso completo do black metal do Marduk e um compasso marcado faz a cozinha. Em um clima de final de CD a musica traz uma musicalidade vigorosa e empolgante com riffs rapidos que alternam entre partes mais lentas e vocais com um reverb mais forte até chegar ao seu ultimo vociferar.
Com partes extremamente inspiradas e riffs muito cativadores e uma execução de dar inveja, o album é uma ótima pedida para quem aprecia um black metal com varios fraseados e paradas e marcações.
LineUP
Joakim Göthberg – vocals, bateria
Morgan Steinmeyer Håkansson – guitarra
Magnus “Devo” Andersson – guitarra
B. War – baixo
© 2010, ↑ Metal Extremo
Log in- Posts - Add New - Powered by WordPress SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline
Pingback: Metal Rock | Blog | Resenha do Marduk - Those of the Unlight