Forkill: Show nesta sexta-feira com o Indiscipline

forkill2016

Nesta sexta-feira, 11/11, os thrashers cariocas do FORKILL tocarão ao lado do INDISCIPLINE na casa de shows Parada Obrigatória Rock Bar, localizada na Av. Santa Cruz, 1820, Rio de Janeiro, a partir das 20h. Este será um dos últimos shows com o baterista Erick Mamede, que embora tenha se adaptado muito bem ao grupo, terá que ceder seu lugar a um novo integrante, já que se mudara para outro estado em breve. A passagem de Erick pelo FORKILL estará imortalizada em seu próximo álbum, “The Hell Will Arise”, ainda em processo de finalização. Segundo o guitarrista Ronnie Giehl, o novo CD será lançado ainda no primeiro semestre de 2017, e dentre as novidades, haverá uma provável versão em vinil e a regravação de “Vendetta”, do “Breathing Hate”, como faixa bônus.

Mais informações sobre o show:
https://www.facebook.com/events/1800275200184017/

O responsável pela arte da capa será Ezequiel Romankiu, artista curitibano que conheceu a banda em um show no Rio de Janeiro, numa das temporadas em que esteve tatuando no estúdio Le Grand Burlesque Tatouage, de Copacabana. Logo criando um forte vínculo com o FORKILL, Ezequiel se viu diante desta grande responsabilidade, que em breve será revelada ao público. Embora já venham tocando algumas músicas novas, como “… In Your Face”, “Old Skulls”, “Keepers of Hate” e “Lucifer’s Tears”, o quarteto, formado ainda por Joe Neto (guitarra/vocal) e Gustavo Nascimento (baixo), tem divulgado o single “Let There Be Thrash”, que pode ser ouvido abaixo:

Ouça “Let There Be Thrash”:
https://goo.gl/du9vRC

Formado em 2010, o FORKILL, acumula diversos shows importantes, dentre eles a abertura para o Nuclear Assault no ano passado, uma de suas grandes influências. A turnê do debut “Breathing Hate”, lançado em 2013, levou a grupo a tocar diversas vezes em nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, criando uma forte coesão entre seus integrantes. As letras, que versam sobre o ódio e suas diversas maneiras de se manifestar, casam perfeitamente com o som agressivo e caótico do grupo, exemplificado principalmente no clipe de “Breathing Hate”, que contém imagens dos protestos ocorridos naquele ano. Produzido por Robertinho de Recife, “Breathing Hate” causou uma boa impressão na critica especializada, como na resenha publicada no Whiplash, onde o redator relata muito bem esta autêntica violência sonora: “Melodias encorpadas, riffs e solos poderosos, e muita adrenalina em seu estado máximo, fazem com que a audição das dez faixas que compõem o álbum num verdadeiro convite à “porradaria” desenfreada…”.

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